Casa Portuguesa

Empresa associada do mês

Pode-nos contar um pouco sobre o seu percurso profissional antes de se tornar Diretora Executiva da Casa Portuguesa?

A Casa Portuguesa surge na minha vida através da “casa mãe” da própria nova marca se assim se quiser que é a Ei! Assessoria Migratória. Na Ei, estou a dirigir o departamento financeiro e a controlar toda a parte orçamental há alguns anos. Portanto, digamos que isto acontece de forma natural e quase como complemento.
O meu percurso sempre esteve ligado a esta área financeira, de gestão com passagens pelo grupo Tâmega, JPS e pela Sotheby’s. A experiência que ganhei no ramo imobiliário de luxo na Sotheby’s foi importante na tomada de decisão que eu e a Gilda Pereira fizemos para ser eu a assumir a direção executiva da Casa Portuguesa. De resto, sou licenciada em engenharia pelo Instituto de Engenharia de Lisboa.

Leonor Cabrita, Diretora Executiva da Casa Portuguesa

Como nasce a Casa Portuguesa e quais foram os principais desafios na criação e consolidação da empresa?

A Casa Portuguesa nasce a partir das necessidades dos clientes da EI! Assessoria Migratória. Essencialmente, estrangeiros, imigrantes a viver em Portugal, mas também emigrantes portuguesas a viver fora do país. Ao longo da última década percebemos que fruto da confiança que gerámos em todo um apoio profissional nestes processos de mudança, o passo seguinte era o aconselhamento para a casa onde viver, passar férias ou simplesmente investir! Foram muitas conversas nesse sentido, até que decidimos que o lógico era profissionalizar esta “nova” atividade.
Os desafios ainda os estamos a viver, mas prendem-se essencialmente com o tempo, modo e a organização de quando desligamos de uma marca com mais de 10 anos como a Ei! e começamos a trabalhar na nova que é a Casa Portuguesa. Até porque a equipa e as colaboradoras de uma e outra são as mesmas. O segredo é também partir do pressuposto cada manhã e dia que nada está consolidado.

Quais são os principais serviços da Casa Portuguesa?

Análise de mercado, pesquisa de propriedades, due dilligence, negociação e acompanhamento administrativo e jurídico do processo de aquisição do imóvel.

O que diferencia a Casa Portuguesa da concorrência e, sobretudo, perante o cliente?

Em termos de serviços, o essencial do que nos distingue da concorrência é o facto de trabalharmos exclusivamente para os compradores. No que diz respeito ao modelo e negócio, diria que o maior fator de diferenciação é mesmo a experiência que adquirimos e conjugamos através da Ei. No meu caso em específico, acresce-se ainda o know-how adquirido no setor imobiliário e de construção civil.

A AILD está a criar uma rede internacional de pessoas que se vão poder interligar e colaborar entre si. Como vê este projeto e quais as vossas expectativas?

Vemos sempre com bons olhos os projetos da AILD porque é cada vez mais relevante exponenciar a lusodescendência e a relação, tal como a colaboração, entre todos aqueles que fazem parte desta vasta comunidade. As expetativas estão lá em cima.

Portugalidade, é um tema presente na vossa empresa?

É a expressão de ser português, da própria lusodescendência, e que está presente na gastronomia, na música, na forma como falamos, na cultura e também no bem receber. Surge e está presente de forma natural. Isso é sempre o melhor.
É “uma Casa Portuguesa com certeza”.

Que palavra deixaria sobre a AILD relativamente a esta plataforma global?

Que continuem o excelente trabalho que estão a fazer desde a sua fundação, criando uma rede mundial facilitadora, que permita a empresas e pessoas, posicionarem os seus negócios e projetos além-mar.

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