O Fado guarda seu Segredo da Vida
“Silêncio canta-se o Fado”
Entoa nos “Quatro Cantos do Mundo” na voz de Fadistas e é acompanhado da guitarra. Da alegria à tristeza, da vida ao “Último Adeus”, da saudade ao destino é de Portugal e não existe outro igual. Viaja para terras longínquas. Português nacional ou emigrante, porque escreve de suas vidas que vivem com o coração a bater de saudade da “Pequena Pérola Lusitana”. Cantar de Fatalismo é desafiar a História, a fim do Xaile Preto ser Guardião do seu coração e as Capas Negras conhecerem a Sabedoria, porque mesmo à luz das velas não revelam o Ser do Futuro das Sombras de Solidão, Fé, Esperança e Coragem.

O Fado guarda seu Segredo da Vida
Origem desconhecida.
Enigma da Vida.
Pertences a Lisboa.
Mas também a Coimbra.
Xaile Preto da saudade.
Fatalismo e verdade.
Capas Negras dos estudantes.
À noite como serenatas cintilantes.
Dos marinheiros à Severa.
Alma Lusitana tua esfera.
Conheces a solidão.
Ouves o bater do coração.
Nasceste para ser cantado.
Com guitarra acompanhado.
Nasceste com lágrima sagrada.
A saudade fica encantada.
Só quem te sabe cantar.
Deixa tua alma a brilhar.
Não existe canção igual.
Pertences a Portugal.
Outrora conheceste rejeição.
Hoje Património da Nação.
Na voz tua vida aparece.
Somente Deus teu segredo conhece.
A Fadista recebe o Xaile para rezar.
O Fadista ajoelha-se para te homenagear.
Estudantes junto à Sé a cantar.
Lisboa – Casas de Fado a chamar.
Quadros como pintados.
Destinos recordados.
As Fadistas tuas amadas.
Com Xaile Preto ornadas.
Cantam perante o Altar.
Com nenhuma vais casar.
Divinas vozes procuras.
O amor seguras.
Com suas vozes viver.
Porque eterno queres ser.
Os Fadistas ouvem o chamar.
Sua Vocação a ti dedicar.
A Fadista oferece seu coração.
O Fadista elege a consideração.
És ilustre e vaidoso.
Triste e glorioso.
Não conheces fronteiras.
Cantas de espinhos e roseiras.
Contas a tua história.
Para sempre na memória.
Triste quando o vento palavras leva.
Ao esquecimento entrega.
Para não acontecer.
Conquistar e vencer.
Longa a tua trajetória.
Da marginalidade para a Glória.
Fé, esperança e coragem.
Para sempre tua mensagem.
Muitas facetas apresentas.
Quem não te sabe cantar – lamentas.
Porém –
Para o mundo cantar.
És lusitano sem lar.
Teu segredo –
não pretendes desvendar.
Como enigma guardar.
Teu Destino –
ninguém conhece.
Somente ofereces a Prece.
Boa Viagem no Mundo do Fado.
Jornalístico Crossover – Quem pretender “colecionar” mais “Literárias Rosas” para o “Ramo da Vida”, aceite o convite para conhecer as Rosas Mensageiras ou de Recordação no Jornal Noticias de Fátima: “Rosas para Nossa Senhora do Rosário”. Boa Viagem.



