Sérgio Jacques

As fotografias aqui publicadas fazem parte dum projeto recente apresentado em livro e exposição itinerante que viajou pela Galiza e Portugal passando pelo Arquivo Nacional da Torre do Tombo e pela Biblioteca Pública Anxel Casal. Um diálogo entre fotografia e literatura. O mote para estas imagens difusas é dado por um livro, de um escritor português, sobre as “Festas do Apóstolo” em Santiago de Compostela.

© Sérgio Jacques
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Fotografias difusas provenientes dum tremor de emoção ou movimento na descoberta do lado mágico e insólito que se esconde na cidade, sempre diferente do que imaginávamos ou víamos. Difusas porque privilegiam a sensação e a reconstrução, pelo espectador, do que é apenas parcialmente visível. Difuso porque convoca memórias, a imaginação, o inconsciente.

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“Saíssem de súbito de algum beco archeiros de borzeguins, com alabardas e gorros, velando pela cidade adormecida, ou vultos de sinistros capuzes, arrastando um infiel ao castigo, nada já me causaria espanto.”
Ao privilegiar o Património e a Memória Coletiva como tema nos projetos onde vou trabalhando levou a Associação Portuguesa de Museologia a distinguir-me com o prémio APOM pelo trabalho na área da Fotografia sobre Património.

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Com vários livros editados nas áreas de História, Património e Turismo Cultural vou publicando regularmente nas páginas da centenária revista “O Tripeiro”.

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